Ementa 4

Caldo de Galinha com Fígado e Moela

Desconfiado (Jacinto), provou o caldo que era de galinha e rescendia. Provou — e levantou para mim, seu camarada de miséria, uns olhos que brilhavam, surpreendidos [...]. E sorriu, com espanto: - Está bom!" Estava precioso: tinha fígado e tinha moela: o seu perfume enternecia: três vezes, fervorosamente, ataquei aquele caldo.

(A Cidade e as Serras)

Cabidela

Oh, senhor pároco! — dizia ele a Amaro — por quem é! Mais um bocadinho de cabidela faça favor! Essas codeazinhas de pão ensopadas no molho! Isso! Isso! Que tal, hein? — E com um aspecto modesto: - Não é lá por dizer, mas a cabidela hoje saiu-me bem! Estava com efeito, como disse o Cónego dias, de tentar Santo Antão no deserto!

(O Crime do Padre Amaro)

Creme Queimado

À mesa onde os pudins, as travessas de doce [...]. - Como gostar! Mas é que delira! ... Pudera! Tanto tempo em Paris, privado dos pitéus lusitanos...

(A Cidade e as Serras)


Caldo de Galinha com Fígado e Moela

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